Tivemos uma mudança na forma de conduzir o episódio essa semana. Finalmente chegou o julgamento do Nate Pai, mas já começamos o ep com Annalise envergonhada e apontando os erros do seu julgamento. Em um primeiro momento pensei que a série tinha sido burra em não mostrar esse momento, depois veio a resposta com o flashback. Eu amo quando a direção trabalha assim.

Tudo parecia bem, Connor tava lá sendo irônico e pensando no casamento e a AK seguindo as recomendações do Gabriel. A mudança na forma de conduzir o julgamento que resultou em sua derrota me fez ficar pensando em como o Nate e o seu pai, que estava empolgadíssimo, tinha reagido a essa decisão.

Enquanto isso tivemos finalmente o confronto entre Nate e Bonnie pós descobrimento das investigações. Foi bom ver a velha trupe de volta, no entanto.

O grande destaque do episódio foi para Connor. Eu estava sentindo falta de ver o garoto ser mais importante para a narrativa e não mais somente um coadjuvante comum. Ele brilhou ao pisar sem dó em Gabriel e Annalise na aula mostrando quem deveria ter sido o advogado assistente.

A volta de Asher e Michaela me dá uma leve canseira. Eu adorava o casal, mas depois da pisada de bola dela eu meio que não to nem aí mais para os dois. Eles se completavam, agora parece só mais uma forçação de barra.

Vou dizer mais uma coisa, o jeito irritadinho revoltado com tudo do Gabriel me irrita profundamente. É um saco transformarem ele em um Wes tão chato quanto o original, mas tão mais inútil que ele. E isso inclui sua aproximação de Laurel. Que bebezão imaturo! Todo o diálogo dele no tribunal e na aula me mostrou exatamente o que ele quer fazer ali: causar tumulto. Só não sei ainda o motivo. E isso inclui o número de Annalise estar salvo em seu celular como “Ela”. Aham, tá ok assuntos pendentes.

Foi tocante ver o Nate desabafando com a Annalise e fiquei refletindo como esse tipo de pensamento se perpetua entre esses casos. Eu consigo enxergar a profundidade do personagem, mesmo que seja pouco explorada. E é bom ver ele e Annalise de boas novamente. E foi bom ver o pai dele se posicionando e pedindo por uma chance de falar. As cenas deles dois são sempre muito boas.

Mas emocionante mesmo foi ver a trajetória do Nate Pai no tribunal, com ele se posicionando e pedindo por uma chance de falar. As cenas deles dois são sempre muito boas, incluindo a do pós veredicto. A forma como Annalise, com um caso quase perdido, encerrou suas considerações finais foi completamente genial. QUE CENA! QUE DIREÇÃO! O minuto de silêncio, literalmente,  atingiu com força. Que lição!

A Bonnie finalmente contou tudo para o namorado promotor e eu achei muito fofo como ele resolveu apoiar ela nesse momento difícil. Eu sei que não era para eu gostar, mas estou simpatizando com o namoro. O promotorzinho tem maior cara de mocinho, mas eu acho que ele já sabia de tudo e deve tá armando algo. Mas que ele é fofo isso ele é.

A Laurel já sacou a do Frank, quanto mais ele ficará nessa perseguição ao Gabriel? Quem é o garoto? O que a pessoa do telefone tem haver com ele? Será Mama Castillo? Eu já to pensando em todas as possibilidades.

E parece que teremos o novo carrasco! Eu apostava no promotor, mas até agora ele tá em banho maria se ocupando com Bonbon, mas parece que a Governadora não está para brincadeiras. Ela quer sangue e quer Annalise na frente dele para meter mais indiretinhas. Querida, tu parece que não sabe quem é AK.

E tivemos o grande encontro entre Bonnie e Julie, que não são gêmeas (ahhhhh) e o mais misterioso é o tal promotor indo com ela. Tipo, o cara acabou de chegar e já vai “descobrir” os podres? Aham, tá certo.

A cena final dessa semana foi a mais paia. Só descobrimos que o Asher tava dando uns pegas na mãe do Connor e ele flagrou os dois. Que pena para ele que tem uma mãe piranhona. Espero ansiosamente pela próxima semana!