American Horror Story: Apocalypse mostrou LA explodindo no primeiro episódio dessa temporada, mas parece que só agora tudo pegou fogo de verdade... E que fogo satânico, hein?

O episódio já começou com Langdon abrindo as portas do inferno de seu quarto secreto?? Após entrevistar todos os candidatos ao possível “Santuário” e já ficamos sabendo qual foi o desfecho de todo aquele circo do final do último episódio e uma palavra resume: INXAME (pra quem não é alagoano isso significa exagero sobre determinada coisa quando não há necessidade para isso) ou seja, mais uma vez a titia Ryan Murphy fez aquela sua tática podre de terminar um episódio de forma ultra choque de monstro e no próximo seguir a narrativa como se nada tivesse acontecido.

Mas enfim, após os desaforos, seguimos o episódio com uma possível grande revelação já durante essas primeiras cenas.

Em sua entrevista sob o alto teor de manipulação da Poc satânica, Mallory revela que não possui um “lado sombrio”, no caso, referindo-se a um possível segredo obscuro que Langdon tentou fazer com que cada um falasse. Quando o anticristo passa a insistir, Mallory tenta ir embora e acaba machucando a poc sem querer, que responde mostrando sua verdadeira face demoníaca que é impedido mais uma vez pelo que poderia ser claramente um sinal de que a assistente de Coco possui poderes.

Alguém também tentou ver se dava pra decifrar algo escrito na testa da poc?

Outra grande resposta, o que também considero um acerto pela glória da não enrolação, é que em uma conversa com Mrs. Venable, Mead revelou-se de fato um robô e ainda contou histórias de seu passado, o que acabamos descobrindo serem todas lembranças de uma vida inexistente inseridas como memórias de um robô Oi Westworld.  Nesse mesmo diálogo, as duas acabam criando um plano para fugir até o santuário, definindo assim o plot principal dessa semana.

Saindo finalmente um pouco do cenário claustrofóbico de dentro do Outpost, vemos com um pouco mais de calma o que restou do lado de fora e é ai que descobrimos que o parceiro de Coco, Brock sobreviveu milagrosamente à explosão assim como conseguiu descobrir a localização do Posto.

 O roteiro está de parabéns.

Dando início ao plano maléfico de dominar o mundo, Venable e Mead, recebem maçãs do que provavelmente seria um presente do Santuário para o Posto. As duas decidem envenenar todas as frutas proibidas (Sim, o nome do episódio é bem explicitado, e pra falar a verdade já tá enchendo o saco todo esse simbolismo óbvio, beirando a breguice). Um baile de máscaras é a grande desculpa para fazer todos os candidatos comerem as malditas e morrerem, deixando a vaga livre.

Brock invade a festa com uma roupa e máscara preta assustadora, o que também é resguardado pela desculpa do baile de máscaras, e leva Coco até um quarto isolado até se revelar. Coco que já é a maior cara de pau dessa temporada, tenta convencer o ex-noivo de seu amor o comparando a um delicioso sushi. É desse jeitinho que a socialite acaba levando uma facada bem na cara e morre ali mesmo.

Enquanto isso, o plano das maçãs segue e todos acabam mortos em uma cena quase perturbadora se essa não fosse a oitava temporada de uma série que já mostrou coisa bem pior em um contexto mais interessante.

Após concluírem a primeira parte do plano, Venable e Mead vão até Langdon jurando que são as destruidoras poderosas e é claro que acabam quebrando a cara, pois quando Venable manda a android de moicano atirar na poc, acaba descobrindo quem é que realmente está por trás das atitudes de Mead. Langdon revela que todo o plano das maçãs foi arquitetado por ele mesmo e faz Mead atirar bem no peito da parceira, revelando depois que ela é nada mais que a representação de sua própria mãe. O QUE?? Sim, ao que parece, Constance morreu e pelo fato de ter tido uma ligação única com Langdon, isso fez com que ele nunca a esquecesse, mandando criar uma robô com o que parece, suas lembranças.

A partir daí a câmera volta a mostrar todos os mortos pela noite sangrenta da maçã envenenada e chega finalmente ao momento final, em que as bruxas do Coven chegam ao Outpost. O Covil das bruxas é representado por Cordelia, Myrtle e Madison que parecem estar a procura de uma possível outra bruxa ali no posto. Cordelia reúne, Coco, Mallory e Dinah Stevens fazendo as três voltarem à vida, ao que Madison dá as boas-vindas com sua frase ícone, que termina o episódio.

“Forbbiden Fruit” foi um ótimo episódio, melhor que o antecessor, o que faz a gente pensar que essa é a primeira temporada que isso não tá sendo o contrário... Com uma trama interessante, revelando segredos e finalmente fazendo o crossover acontecer.

HIGHLIGHTS:

1 – A cena de Langdon invocando seu “pai” cortando os pulsos e fazendo um pentagrama com seu próprio sangue foi bem perturbadora. QUEREMOS MAIS

#Sdds make de Asylum e Coven

2 – A maquiagem feita em Brock e em todos os outros que ficaram a mercê da explosão, ficou uma bela bosta.

3 – Tá rolando uma teoria por aí de Mallory possivelmente ser uma bruxa e que Langdon tentou exterminar todas elas e que por isso ficou puto ao saber que ainda “Havia uma” por ali.

Isso se relaciona com uma das cenas reveladas no trailer da temporada, que mostra, possivelmente o anticristo na frente da Miss Robichaux's Academy destruída e Cordelia sendo devorada pelos canibais.

No fim do episódio Cordelia manda Madison e Myrtle “procurarem-na” o que indica provavelmente a presença de uma bruxa dentre os candidatos do posto 3.

Será??

Veja as outras reviews aqui:

Episódio 01 - "The End"

Episódio 02 - "The Morning After"